segunda-feira, 26 de março de 2012

Transporte de eucaliptos nas estradas do bairro da Cascata. O que fazer?


Modéstia à parte, poucas pessoas que moram na área urbana da Prata conhecem nossas estradas rurais como eu, por dois motivos muito simples: por se eletricista e atender a vários chamados de clientes que residem em áreas remotas da cidade e por todos os anos que andei com a minha gaiola por trilhas e estradas, algumas totalmente desconhecidas da maioria.

Há cerca de quatro ou cinco anos, em minhas andanças pelas estradas que ligam o bairro da Fonte Platina ao da Cascata, comecei a perceber um desenfreado plantio de eucaliptos por aquelas bandas – e isso ocorria dia a dia, sem parar, por tudo que era pasto e área descampada.

Não sou ecologista nem ligada a grupos de defesa do meio ambiente, mas não precisa ser especialista nem “bidú” pra saber dos danos causados principalmente ao solo por conta da plantação de eucaliptos. Da mesma forma que não é necessário ser perito em transporte ou logística para imaginar que um dia eles seriam cortados e teriam de escoar por algum lugar. E aqui entra o motivo do post.

Tenho acompanhado, pelo Grupo Fala Prata, no Facebook, as discussões sobre esse lamentável fato e resolvi me aventurar por aquelas bandas, no domingo, para ver e entender o que realmente acontece no presente momento e tecer alguns comentários a respeito.

Acho muito oportuna a criação do grupo para discutir os problemas da cidade e apresentar soluções. A exploração correta dessa ferramenta que é o Facebook e da internet , pode nos ajudar muito. Mas quando há informações incorretas e/ou desencontradas, prejudica tanto quanto.

Segundo algumas informações e comentários postados no grupo, a empresa estaria retirando madeira de eucaliptos plantados em Poços de Caldas e utilizaria a estrada da Cascata para sonegar impostos. Não se trata disso e não deveria ser esse o foco. Como cidadão pratense, jamais ficarei contra a minha cidade, principalmente quando problemas como esses estiverem em pauta e causarem transtornos a outros cidadãos e grandes amigos como os que tenho no bairro da Cascata, mas precisamos assumir as omissões que foram cometidas por nós e pelas autoridades no passado recente.

Como já escrevi acima, andei pelas principais vias de acesso aos mais diversos locais da Prata. Estradas que vão para a Cascata, Ponte de Pedra, Pico do Gavião, Andradas, Coqueiro Torto e o que se vê é uma infinidade de eucaliptos dos mais diversos tamanhos: novos, brotando, crescendo, crescidos, engrossando, prontos para contar, cortados aguardando transporte, enfim, ao gosto de qualquer cliente, a perder de vista, e que levará muito tempo até que tudo seja retirado. Tudo em território paulista. Se os que estão sendo transportados agora são os de “terras mineiras”, e a alegação é que não temos nada com isso, o que acontece com os que são retirados da Prata?

Vou repetir o que já disse acima: não estou defendendo, nem a empresa que plantou ou que transporta, nem a cidade Poços de Caldas e muito menos a sonegação de impostos, até porque os meus são pagos religiosamente. Meu objetivo é chamar a atenção para o “nosso” problema, pelo bem da verdade. E qual é essa verdade? É que deveríamos ter tomado providências no momento em que se começou o plantio - se não para proibir, ao menos para inibir ou controlar. Sempre olhando para frente e antecipando o problema.

Entendo que algumas vezes, somente exagerando e expondo fatos que decorrem do que realmente interessa é que conseguimos chamar a atenção. Não podemos achar que falando de sonegação nossos problemas serão resolvidos. Focando isso como problema principal, estamos colocando em segundo plano o que realmente interessa: a questão ambiental, humana e de existência.

Hoje, temos o querido bairro da Cascata refém dessa situação absurda que não pode continuar e que merece todo nosso empenho em defesa daquela população e da nossa Queria Águas da Prata.

A poucos metros da Fazenda J. Ida, a empresa está organizada na retirada das madeiras.
Sentido Ponte de Pedra, Pico do Gavião e Andradas. Tem eucalipto pra mais de metros!
Toras de eucalipto aguardando transporte.
Outro monte de toras ao lado da máquina que busca a madeira em terrenos de difícil acesso.
Trailer de suporte administrativo para funcionários.
Da estrada para a Cascata com vista para o Coqueiro Torto.
Eucaliptos "sombreando" os dois lados da estrada para a Cascata.
Sou do tempo em que eucalipto era uma árvore como outra qualquer, não um inimigo da natureza. Rolava até uma cervejinha naquela sombra. E a latinha eu trazia pra casa.
Início do trecho de asfalto do bairro da Cascata.
Prédio que deu origem ao nome do bairro - Estação da Cascata. Aguardando uma reforma como a que foi feita no prédio da Estação da Prata, em parceria com Dona Hilda, que ficou muito bom.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Off-Road na Prata

Boa noite aos queridos leitores do blog!
Gostaria de "recomeçar" (já que faz um tempinho que não venho aqui...rs) desejando a todos um Feliz 2011! Que nossos sonhos se realizem neste ano que esta nascendo e nos outros que virão, com muita saúde, alegria e amor, e, como não pode faltar, dinheiro. Desejo bastante trabalho a todos vocês!
Agora vamos ao que interessa.
Durante todo esse tempo que fiquei sem postar, aproveitei para separar e escanear várias fotos para alimentar o blog. Se não me faltar tempo, fotos também não faltarão pra gente relembrar e se divertir.
Sei que a grande maioria gosta de ver as fotos antigas e já aviso que vou colocar bastante, intercalando com fotos atuais e outras nem tão atuais assim, como as que estou postando agora, mas que vocês vão gostar.
Muita gente se lembra dos eventos de off-road que foram realizados na Prata por vários anos seguidos em que participavam gaioleiros, jipeiros, motoqueiros e outros engraçadinhos... rs... Tempo bom aquele. Além do passeio que acontecia no domingo, havia outros eventos como: bandas musicais, bike trial, show de motos, entre outros. Infelizmente, como tudo que é bom aqui na Prata acaba, acabou também nossa diversão, pois o pessoal do 4x4 (jipeiros) achava que gaioleiros e motoqueiros davam muito "trabalho" e, assim, resolveram seguir realizando o evento apenas com 4x4. 
Em 2009 aconteceu o último encontro de jipeiros. Como choveu demais naquele ano tiveram muito "trabalho", pois na trilha não passava nem trator traçado, quanto mais jeep... rs... Acho que resolveram dar um tempo já que em 2010 não houve encontro.
Brincadeiras a parte, gaioleiro dá trabalho mesmo... rs... Mas o show era garantido e a gente trabalhava muito para ajudar a todos: gaioleiros, jipeiros, motoqueiros, bêbados e outros artistas.

Trilha em São Sebastião da Grama






Equipe técnica regulando a gaiola para não dar "trabalho" na trilha


O trator lá na frente não está arrastando, só observando... rs

Equipe técnica: mecânicos Francislei e Adriano (Mudinho)... Isso não vai prestar... rs

E o cachorrinho não caiu... Pra ver como o gaioleiro é bom!


E o povo secando... Mas subiu


"Artista" esqueceu de passar o cinto de segurança... Não deu nem oito segundos... rs

Momento de confraternização entre 4x4 e 4x2
Passeio noturno do Tatu

Pausa pro lanchinho...


terça-feira, 24 de agosto de 2010

Como destruir em poucas horas o que a natureza demora anos para construir

Mais uma vez, e pelo jeito não será a última, nosso pequeno paraíso arde em chamas! Entra ano, sai ano é a mesma coisa! Nunca ninguém vê nada...ninguém sabe nada...e assim vamos levando a vida. Até quando não sei. Até parece que os incendiários tem um compromisso anual e não pode perder a oportunidade da mata seca para colocar em prática seus planos.
No mês de maio, falamos sobre isso no post "Retomando o Blog" por causa do comentário do amigo Ricardo que alertava para o problema e oferecia sujestões para evitar esses crimes e nada foi feito. Não tenho a pretensão de achar que esse blog vai resolver problemas desse tipo ou mesmo outros, mas gostaria de ajudar a evitar e não de ajudar depois que a "merda" esta feita, pois foi o que fizemos durante todo o dia de segunda-feira no morro do teleférico e entorno.
Para não dizer que nada foi feito, a Cristina Lerosa, proprietária das terras atingidas pelo fogo, fez um trabalho de prevenção com aceros para tentar proteger o local e os imóveis que fazem divisa com o mesmo, mas de nada adiantou. O fogo "colocado" tomou conta de todo o morro e só não aconteceu nenhuma desgraça maior, como atingir o posto de gasolina, Bar do Potota e residências, porque pôde ser controlado pelos funcionários da Prefeitura  e da Fazenda Pedreira que ralaram no meio do fogo, pela Sabesp e Renovias que cederam caminhões de combate a incêndios e pessoal, pelo Corpo de Bombeiros de São João, que é de suma importância nessas horas para fazer a logística e dirigir os trabalhos, e pelos voluntários que deixaram seus afazeres para acudir nossa cidade. Uns tentando apagar o fogo, outros levando água para os que ajudavam nos trabalhos e todos indignados com o acontecimento.
Não vou me prolongar mais pois não vai mudar o que aconteceu e chorar o leite derramado menos ainda. Apenas uma coisa é fato: Precisamos de uma Brigada de Incêndios urgente e de equipamentos! Precisamos prevenir e não remediar! Precisamos acordar para que cada cidadão pratense seja um soldado e fiscalize para evitar esse tipo de coisa enquanto podemos.
Em nome de todos os pratenses e porque acompanhei os trabalhos e vi o empenho de cada um, gostaria de agradecer a Renovias, a Sabesp, ao Corpo de Bombeiros de São João e principalmente aos funcionários da Prefeitua e da Fazenda Pedreira, e aos voluntários que tanto ajudaram.
Com certeza as fotos abaixo não são as que eu gostaria de divulgar aqui, mas é importante para que todos vejam o estrago que "fizeram" em nossa cidade e o trabalho que o pessoal teve.
















quinta-feira, 29 de julho de 2010

Um pouco da história do futebol de São Roque

Depois de publicar fotos dos times da AAAP, Barrinha, Fonte Platina, Santa Maria, entre outros, chegou a hora de homenagear os amigos de São Roque da Fartura, os quais tenho um grande carinho pois ja trabalhei em vários eventos naquele local e sempre fui muito bem recebido.
As fotos que vocês terão o privilégio de apreciar foram gentilmente cedidas por Edivar Sangiorato Lopes, o popular "Varzinho", que entregou em confiança ao amigo Ricardo (He-Man), jogador em algumas equipes do São Roque nos anos 90. 
Infelizmente alguns amigos, jogadores e colaboradores presentes nas fotos, já se foram, mas o trabalho e empenho de cada um será sempre lembrado e estarão sempre presentes em nossas lembranças.
Agora vamos ao que interessa que são as fotos do meu amigo "Varzinho". Grande torcedor do Santos como eu!

  Independente de São Roque - anos 80
em pé: Fernando, Zé Carlos, Zé Roberto, Valmir, Ronaldo e Ricardo.
agachados: Tião, Tiãozinho, Cid, Bidin, Rubens e Carlinhos.

 
Equipe do Cruzeirinho em Poços de Caldas - 1998
em pé: Bezerro, Carlinho Betti, Xande, Zé Betti, Peixinho e Carlão.
agachados: Tiãozinho, Maurício, Ricardo, Zézinho e Alexandre.

Equipe do Cruzeirinho em São Roque - década de 90
em pé: Etinho, Burrão, Quatrinho, Bertldinho, Carlinho Betti, Flavio e Varzinho.
agachados: Ricardo, Bozó, Mauricio, Zezinho e Alexandre.

Equipe do Cruzeirinho em São Roque - 1990
em pé: Bertoldinho, Deus, Marcelo, Lorival, Canela, Demá, Evair e Burrão.
agachados: Antonio Luca, João Maguila, Kaika, Dida, Jô, Rubens e Ziquinho.
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Equipe do Cruzeirinho em São Roque - 1990
em pé: Varzinho, Ziquinho, Traçado, Zé Carlos, Evair, Demá e Fabricio.
agachados: Carlinhos, Deus, Mirzinho, Dida, Rubens e Luis Aço.

Equipe do Cruzeirinho na Fazenda Moreira - 1991
em pé: Jô, Antonio Luca, Kio, Carlinho Betti, Bezerro, Zé Betti, Mauricio, Carlão, Zé Aço e Varzinho.
agachados: Du, Alexandre, Peixinho, Xande, Ednaldo, Tiãozinho, Zézinho, Bentivi e deconhecido.

Equipe do Cruzeirinho em São Roque - 1985
em pé: Antonio Luca, Aparecido, Evair, Carlinhos, Quatrinho, Cabina, Carlão, Zé Carlos e Luis Aço.
agachados: Dinei, Rubens, Ziquinho, Peixinho, Tiãozinho, Dida e Varzinho.

Equipe do Cruzeirinho em São Roque - 1992
em pé: Xande, Zé Betti, Carlinhos Betti, Zézinho, Ziquinho, Flavio, Varzinho e Lalau.
agachados: Peixinho, Luis Aço, Mauricio, Bezerro e Alexandre.

Equipe do Cruzeirinho em Divinolândia - 1992
em pé: Carlão, Jorge, Carlinho Betti, Flavio, Zézinho e Burrão.
agachados: Toninho, Ricardo, Bozó, Étinho e Alexandre.

Equipe do Cruzeirinho em Divinolândia - 1992
em pé: Aparecido, Bertoldinho, Ziquinho, Demá, Mauricio, Zé Carlos, Evair, Quatrinho e Antonio Luca.
agachados: Dinei, Dida, Rubens, Tiãozinho, Peixinho, Luis Aço e Varzinho.

Equipe do Cruzeirinho em São Roque - 1990
em pé: Lale, Antonio Luca, Carlinho Betti, Zé Betti, Padre João, Mauricio, Alexandre, Flavio, Carlão e Varzinho. agachados: Kio, Bezerro, Xande, Ricardo, Zézinho e Burrão.


Equipe do Cruzeirinho em São Roque- 1985
em pé: Aparecido, Dema, Cabina, Demá, Zé Carlos, Evair, Bertoldinho e Varzinho.
agachados: Antonio Luca, Dinei, Xande, Tiãozinho, Dida, Rubens e Burrão.

Equipe do Cruzeirinho no Beira-Rio em Divinolândia - 1986
em pé: João Rolinha, Antonio Luca, Burrão, Ziquinho, Cabina, Evair, Canela, Peixinho, Jô, Carlão, Kio e Adilino. agachados: Marquinhos, Zezinho, Bezerro, Flavio, Luis Aço, Demá, Bentivi, Varzinho.
 
Equipe do Cruzeirinho em São Roque - Década de 80
em pé: João Rolinha, Dema, desconhecido, desconhecido, Carlinho, Baixinho, Zé Aço, Ziquinho, Reinaldo, Lalu, Antonio Luca, Varzinho. agachados: Juninho, Lorival, Dida, Rubens, Burrão, Jô, Demá e Kio.

Equipe do Cruzeirinho em São Roque - 1992
em pé: Antonio Luca, Juninho, Carlão, desconhecido, Demá, Canela, Carlinhos, Zé Carlos e Reinaldo. agachados: Kio, Zé Aço, Rubens, Luis Aço, Dida, Kaika e Jô.

Equipe do Cruzeirinho em São Roque- 1987
em pé: Jorge, Ziquinho, Evair, Marquinhos, Lorival, Flavio, Demá, Carlão, Varzinho. 
agachados: Kio, Zé Roberto, Peixinho, Traçado, Marcelo, Luis Aço, Bezerro, Cabina, Antonio Luca.

Equipe do Cruzeirinho em São Roque - 1987
em pé: Antonio Luca, Bertoldinho, desconhecido, Lorival, Marcelo, Canela, Zezinho, Demá, Varzinho. 
agachados: Juninho, Kaika, Dida, Rubens, Evair e Jô.

Equipe do Cruzeirinho na Fazenda Moreira - 1992
em pé: Traçado, Ziquinho, desconhecido, Canela, Rubens, Evair, Demá, Zé Carlos e Zé Aço. 
agachados: Antonio Luca, Jô. Tóia, Dida, Mirzinho e Carlinhos.

 Festa do Cruzeirinho
Zé Roberto, Lindolfinho, Jô, Antonio Luca, Varzinho, Lale e Ednaldo no violão.

Dirigentes do Cruzeirinho - 04/10/1992
Demá, Lindolfinho e Varzinho

Lindolfinho: um dos grandes colaboradores do Cruzeirinho de São Roque.